Participei de um processo seletivo conduzido pela GC e tive uma experiência bastante negativa. Fui atendida por uma recrutadora que, em nenhum momento, informou claramente o nome da empresa. No entanto, ao preencher meus dados, percebi pelo link que se tratava da Volvo. Durante a entrevista, eu estava em outro local, e a recrutadora destacou que seria necessário estar presente na cidade. Expliquei que isso não seria um problema, pois já tinha planos de me mudar e poderia me organizar para isso. Ainda assim, senti que minha resposta foi completamente ignorada. A partir daí, a entrevista seguiu de forma extremamente mecânica e impessoal, sem interesse genuíno em me conhecer. A impressão que tive foi de que a recrutadora queria encerrar a conversa o mais rápido possível, demonstrando pouca consideração pelo meu tempo e esforço. Foi uma experiência desrespeitosa e frustrante. Meu conselho é que haja mais empatia no processo seletivo. Candidatos merecem atenção e respeito afinal, qualquer profissional pode estar do outro lado em algum momento.